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Alexandra Loras compõe “Conselho África” pelo desenvolvimento do continente

Nesta quinta-feira, 23, o Instituto Lula foi sede de um importante debate para a aceleração do desenvolvimento da África.

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Imagem: Arquivo pessoal

O debate, que contou com a presença de pessoas importantes para o tema, como o ex-presidente Lula, o secretário-geral adjunto e secretário-executivo da Comissão Econômica para a África na ONU, Paulo Cordeiro, subsecretário do Itamaraty, Luiz Filipe de Alencastro, professor da FGV, Silvana Campanini, diretora de estudo e pesquisa do Centro Internacional de Proteção de Direitos Humanos de Buenos Aires, Celso Marcondes, diretor de Instituto Lula e responsável pela Iniciativa África e Alexandra Loras, levantou os desafios sociais, econômicos e políticos da África no século XXI.

Alexandra lembrou, mais uma vez, da importância de reforçar as figuras negras que tiveram relevância científica e intelectual na história do Brasil e do mundo, afim de resgatar o anseio e desejo de buscar um futuro melhor e mais promissor. De trazerem aos negros, a fé em suas capacidades intelectuais.

Durante o evento, foi formalizada e a criação do “Conselho África” do Instituto Lula, onde serão debatidas questões práticas para ações que favoreçam o desenvolvimento do continente, que é tão promissor e cheio de perspectivas positivas.

O mundo estaria melhor hoje, se em 2009, nós tivéssemos decidido transformar os pobres em consumidores e desenvolvido a África”, afirmou Lula. Lula também reforçou que o Brasil tem um compromisso gigantesco com o continente africano e não se trata apenas de um compromisso econômico.

Confira abaixo a lista dos nomes que compõem o “Conselho África” do Instituto Lula:

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Imagem: Institutolula.org

 

  • Alberto Costa e Silva (Historiador, Academia Brasileira de Letras)
  • Alexandra Loras (Jornalista, Consulesa da França em São Paulo)
  • Ana Fonseca (Pesquisadora, Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da Unicamp)
  • Beluce Bellucci (Professor do Centro de Estudos Áfro-Asiáticos, Univ. Cândido Mendes)
  • Bianca Suyama (Pesquisadora do Centro de Estudos e de Articulação da Cooperação Sul-Sul
  • Celso Amorim (Embaixador, Ex-Ministro da Defesa e Ex-ministro das Relações Exteriores/Conselheiro do Instituto Lula)
  • Clara Ant (Diretora do Instituto Lula)
  • Daniel Calazans­ (Diretor Executivo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC)
  • Daniel Balaban (Diretor e Representante no Brasil DO Centro de Excelência contra a Fome do PMA)
  • Fátima Mello (Diretora, FASE e REBRIP/GR-RI)
  • Fernando Mourão (Professor, USP e Universidade Independente de Angola)
  • Flávia Antunes (Sócia Senior, Fundação Bill & Melinda Gates)
  • Flávio Carrança (Jornalista, Sindicato dos Jornalistas de São Paulo)
  • Franklin Martins (Jornalista, Ex-ministro da Secretaria de Comunicação/Conselheiro do IL)
  • Kabengele Munanga (Professor de antropologia, FFLCH – USP)
  • Gary Stahl (Representante da Unicef no Brasil)
  • Gilberto Schneider (Diretor, Movimento dos Pequenos Agricultores – MAP)
  • Gilberto Leal (Diretor, Coordenação Nacional de Entidades Negras – CONEN)
  • Helena Tavares (Mestranda, Universidade de Colúmbia)
  • Iole Ilíada (Secretária de Relações Internacionais, Fundação Perseu Abramo)
  • Ivone Maria da Silva (Secretária Geral, Sindicato dos Bancários de São Paulo)
  • João Bosco Monte (Presidente, Instituto Brasil África
  • João Cesar Belisario (Jornalista, Revista África 21)
  • João Jorge Rodrigues (Presidente, Grupo Cultural Olodum)
  • Jorge L. Chediek (Embaixador Diretor, PNUD)
  • José Vicente (Reitor, Univ. Zumbi dos Palmares)
  • Ladislau Dowbor (Professor titular em Economia e Administração, PUC – SP Pós Graduação)
  • Rômulo Paes (Diretor, Rio+Centro para o Desenvolvimento Sustentável)
  • Luiz Felipe de Alencastro (Professor titular, FGV)
  • Márcia Lopes (Consultora, ex-Ministra MDS/FAO)
  • Marcos Lopes (Consultor em Cooperação Humanitária, FAO)
  • Matilde Ribeiro (Professora Doutora, Unilab)
  • Maya Takagi (Secretária de Relações e Internacionais, EMBRAPA)
  • Gary Stahe (Representante da Unicef no Brasil)
  • Miguel Jorge (Jornalista, Ex-ministro de Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior)
  • Mônica Valente (Secretária de Relações Internacionais, PT)
  • Natalia da Luz (Assistente de Comunicação Pública/Jornalista, ONU/Site Por dentro da África)
  • Paulo Esteves (Professor/Supervisor Geral, PUC-RJ/BRICS Policy Center)
  • Salem Nasser (Professor e Coordenador do Centro de Direito Global da Direito GV)
  • Samuel Pinheiro (Embaixador/Professor, Ex-secretário geral do Itamaraty/Instituto Rio Branco)
  • Suhayla Khalil (Doutora em Relações Internacionais)
  • Tamires Gomes Sampaio (Presidenta do Centro Acadêmico, JCONEN/JPT/Universidade Presbiteriana Mackenzie)

Livro reforça trabalhos intelectuais desenvolvidos por negras e negros

O livro do historiador Carlos Eduardo Dias Machado, lançado pela editora EDUEL, faz referências a negras e negros que tiveram papel importante no desenvolvimento da humanidade, mas que foram omitidos ou esquecidos nos livros e nas histórias contatas de geração em geração.

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O esfregão e o balde que o acompanha foram criados pelo inventor negro Thomas Stewart, em 1893. Já a sonda ultravioleta foi criada por George R. Carruthers, em 1972. Sua invenção foi utilizada na missão Apollo 16 à Lua. (Informações extraídas do livro “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros”)

Machado conta que ao ver uma publicidade do McDonald’s, aos 25 anos, se deu conta da invisibilidade do negro nos campos da tecnologia, ciência e inovação.

publicidadeEra fevereiro de 1996  e o anúncio da rede de fast food aparecia numa edição da revista norte-americana Ebony, voltada para afrodescendentes.

Na publicação do Mc Donald’s, em homenagem ao Mês da História Negra, haviam ilustrações de objetos inventados por pessoas negras. E eram invenções que fazem toda a diferença no mundo de hoje, como: semáforo, geladeira, caneta tinteiro, filamento de carbono para a lâmpada elétrica, etc e o título da publicação era: “Toda vez que você usa uma dessas coisas, está celebrando a história negra”.

Fiquei feliz ao saber disso, mas ao mesmo tempo muito espantado por nunca ter ouvido sobre inventores negros antes e nunca ter recebido essas informações na escola”, conta.

Machado começou uma pesquisa no mesmo ano e descobriu que não havia um único livro em português que fizesse referência a inventores e cientistas negros. “Pensei: ‘alguém tem que escrever esse livro. E porque não eu’?”, lembra.

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E assim Machado empenhou-se e em sua pesquisa e o fez. Seu livro foi lançado em Londrina/PR e São Paulo/SP em março de 2013, pela EDUEL (Editora da Universidade de Londrina, em parceria com a Uniafro do Ministério da Educação). A publicação faz parte da série “Nossos saberes, nossos conhecimentos, lançada pelo Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade de Londrina.

A importância desta obra vai além do que possamos conceber, uma vez que é a oportunidade de finalmente dar nome aos negros que fizeram parte de nossa evolução científica, intelectual, social e em todas as amplitudes.

É um livro que merece lugar nas leituras curriculares, nas tarefas de sala de aula, nas prateleiras das casas.

Sobre o autor:

Carlos Eduardo Dias Machado

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  Professor Mestre em História Social pela USP

  Ex-bolsista da Fundação Ford

Professor da rede pública de ensino

Obra: “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros

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O homem que andava 19km por dia para estudar

“Você pode matar um homem, mas você não pode matar uma ideia.”
(Medgar Evers)

Medgar Wiley Evers (2 de julho 1925 – 12 de junho de 1963) foi um ativista afro-americano do Movimento dos Direitos Civis dos Estados Unidos, assassinado pelo supremacista branco Byron De La Beckwith.

Era filho de Jessie e James Evers, pequenos fazendeiros do Mississipi.

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Após o linchamento de um amigo da família, Medgar ficou determinado a estudar, ainda que para isso tivesse que enfrentar as mais duras penas. Para ir e voltar da escola, Medgar caminhava 19,3 km por dia e conseguir o diploma do ensino médio.

Em 1943, aos 18 anos, Medgar alistou-se no Exército dos EUA, junto com seu irmão mais velho. Lutou na França, no Teatro Europeu da Segunda Guerra Mundial e, em 1945, deu baixa com a patente de sargento, retornando à sua cidade natal.

Ainda obstinado a ser alguém importante, matriculou-se no Alcorn College (Atualmente Alcorn University), graduando-se em Administração de Empresas.

Na faculdade, Medgar dedicava-se aos estudos, dividindo-se também entre debates em grupo, futebol, atletismo e ainda cantava no coral.

medgar eversGanhou a honra de Who’s Who in American Colleges por suas realizações.

Casou-se com uma colega de faculdade Myrlie Evers-Willians, em 1951 e, no ano seguinte, pós-gradou-se. Tiveram três filhos e mudaram-se para Mound Bayou.

Com a mudança de cidade, Medgar foi contratado por T. R. M. Howard para vender seguros na Magnolia Mutual Life Insurance Company. Howard era envolvido com o ativismo, presidindo a RCNL (Regional Council of Negro Leadership), uma organização pelos direitos civis e ajuda mútua, o que aproximou Medgar ao ativismo e também lhe deu respaldo para ingressar de vez.

Medgar participou ativamente do boicote da RCL aos postos de combustível que negavam o uso de banheiros a negros, distribuindo adesivos com o slogan “Don’t Buy Gas Where You Can’t Use the Restroom” (Não compre gasolina onde você não possa usar o banheiro). As reuniões da RCL chegavam a ter mais de 10 mil pessoas presentes.

Em 1954, Medgar candidatou-se a Faculdade de Direito da Universidade de Mississipi e, quando teve seu pedido negado, moveu uma ação contra a universidade, tornando-se foco da campanha da NAACP para o fim da segregação nas universidades. O caso chegou à Suprema Corte dos EUA, que teve seu nome sugerido para primeiro-secretário do escritório nacional da NAACP.

medgar eversSeu assassinato aconteceu em 12 de junho de 1963, quando ele estacionou seu carro na garagem ao retornar de uma reunião da NAACP. Ao sair do carro carregando camisetas com a inscrição “Jim Crow Must Go” (As Leis de Jim Crow devem acabar), Medgar foi atingido pelas costas por um tiro de rifle Enfield e faleceu poucas horas antes do presidente John F. Kennedy fazer um discurso em rede nacional apoiando a política dos direitos civis.

Sua morte foi motivo de luto nacional e Medgar teve honras militares em seu sepultamento com a presença de mais de mil pessoas.

Em 23 de junho de 1964, Byron De La Beckwith, um comerciante de fertilizantes e membro do Conselho de Homens Brancos local e da Ku Klux Klan, foi preso pelo assassinato de Evers. Durante o seu primeiro julgamento em 1964, De La Beckwith recebeu a visita do ex-governador do Mississippi, Ross Barnett, e do major-general Edwin A. Walker. Osjúris, compostos totalmente por brancos, por duas vezes naquele ano não chegaram a um acordo para o veredicto sobre a culpa de Byron De La Beckwith, o que o pôs livre.

Em 1963, Bob Dylan escreveu uma música “Only a Pawn in Their Game”, sobre Medgar e seu assassinato.

“Today, Medgar Evers was buried from the bullet he caught/They lowered him down as a king”
(Bob Dylan)

Phil Ochs escreveu as canções “Too Many Martyrs” e “Another Country” em função da morte de Medgar Ever

Referência: Wikipedia

Kit desvenda seus antepassados através do DNA

“Não importa o lugar de onde você vem. O que importa é quem você é! E quem você é? Você sabe?”
(Coco Chanel)

Nossa história, hoje, depende do que nos contam, de fotos e documentos guardados e, muitos detalhes acabam se perdendo com o tempo.

De certa forma, deixamos de saber uma parte de nós.

Passeando pela internet, descobri um kit que nos “conta” mais sobre nossos ancestrais através de nosso DNA.

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O kit custa $ 99 (Noventa e Nove Dólares) e promete descobrir, através de teste de DNA, nossa história familiar.

Combinando ciência avançada com informações online, consegue definir nossa etnia genética e ajuda-nos a encontrar novas conexões familiares, mapeando várias gerações étnicas, podendo até definir, por exemplo, de que região de um determinado continente, vieram nossos antepassados.

O mais interessante é que, quanto mais gente contrata o kit, mais possibilidades de conexões a serem descobertas.

Para contratar o serviço, basta pedir diretamente no site deles http://dna.ancestry.com/

Nada melhor do que saber quem somos e de onde viemos, não é mesmo?

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XII Semana Martin Luther King com debate sobre preconceito na atualidade

Dia 14 de Abril, aconteceu um evento gratuito no Teatro SESC Vila Mariana,

para prestigiar a XII Semana Martin Luther King

martin luther king

“Assim como fomos condicionados, de geração em geração, a acreditar que o homem era superior à mulher, também fomos condicionados a crer que homens brancos eram superiores a homens negros.” 
(Alexandra Loras)

martin luther king

O evento reforçou alguns temas importantes sobre o cenário da discriminação do Brasil e trouxe a tona a discussão de como desfazer a cultura do preconceito racial.

Alexandra Loras dividiu palco com Renato Janine Ribeiro, nosso Ministro da Educação, elevando o debate sobre o tema “A Linha de Montagem do Preconceito – Reprodução de uma Mentira”.

Outros convidados também trouxeram a tona temas importantes para desvendar a subliminaridade do preconceito racial no Brasil, através de experiências de outros países.

O tema “Estados Unidos: Uma Perspectiva Atual” trouxe a tona as conquistas dos Direitos Civis, de políticas públicas eficazes e ações governamentais americanas para lutar contra a discriminação.

“Imagine-se num mundo em que tudo o que há de melhor e mais belo, inteligente, foi feito por negros. As divindades sendo negras e tudo o que fosse pior, negativo, ruim, fosse atribuído à brancos? Como é que algum branco poderia desenvolver sua dignidade, despertar seus potenciais?”
(Alexandra Loras)
alexandre keto

Alexandre Keto participará de 3ª Bienal Internacional de Graffiti Fine Art

Ainda há quem insista em negar, mas graffiti é arte, sim! Tanto é arte que já existe uma bienal internacional com os melhores de todo o planeta mostrando seus incríveis trabalhos.

alexandre keto

E, para nosso orgulho, tem brasileiro lá. O nome dele é Alexandre Keto e seus primeiros passos na arte, foram através de oficinas dentro da própria comunidade onde morava.

Projetos sociais puderam dar a ele e a muitos outros, a chance de explorar seus talentos e virarem referências no que fazem de melhor e hoje, Alexandre tornou-se mais do que um mero artista, mas é um multiplicador das ferramentas de transformação social, especialmente em países africanos, onde desenvolve trabalhos comunitários e intercâmbios.

 

O trabalho de Alexandre é inspirado na cultura africana, através de seus grupos étnicos, ricos em cores e em marcas tão singulares e próprias, sendo tão importantes para outras áreas também, como a moda e na Bienal, fará uma homenagem às vítimas do massacre no Quênia.

A Bienal Internacional de GFA deste ano, acontecerá de 17 de Abril à 19 de Maio, no Pavilhão das Culturas Brasileiras, à Rua Pedro Álvares Cabral, s/n, Portões 3 e 7, em São Paulo.

É um passeio que pode ser feito em família, entre amigos, namorados e até sozinho, pois vale muito à pena!

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Alexandra Baldeh Loras

Novo Blog AlexandraLoras.com

Alexandra Loras quer dedicar seu blog para responder perguntas que recebe frequentemente e incentivar os jovens à irem em busca de seus sonhos.

“Dez anos atrás, me sentia insegura em entrar em lojas chiques. Tinha a sensação de que seria tratada como a Júlia Roberts, em Pretty Woman. Foi então que conheci uma mulher que me levou a circular na elite. Ela se mostrava sempre carismática e era muito querida por todos. Perguntei À ela como fazia para se sentir tão à vontade e foi, então, que ela me deu a lição mais preciosa de minha vida: “Me coloco como se fosse a proprietária de cada lugar que visito. Não a proprietária soberba, mas a que trata todos com carinho e respeito porque quero que voltem sempre. Busco emanar uma luz, irradiar bem-estar.” E então, ela completou: “Se podemos crer que não fazemos parte, também podemos crer que fazemos. Você prefere crer no melhor ou no pior do seu potencial?”. Daí por diante, mantive a mesma postura e foi o que mudou minha vida.”
(Alexandra Loras)

Seu objetivo é mostrar aos jovens de todas as classes como, mesmo tendo nascido no pior gueto de Paris, conquistou todo o prestígio que tem hoje.

Alexandra Baldeh LorasAlexandra Loras é uma das 40 mais relevantes mulheres antes dos 40 no mundo e serve de inspiração para muitos jovens.

No Brasil, além de exercer uma forte influência na moda, Alexandra também palestras semanalmente em escolas públicas, mostrando aos jovens como é possível buscar um futuro melhor, desde que com muito afinco e empenho.

Alexandra responde cerca de 400 emails por semana, pedindo dicas desde como se vestir para uma entrevista de emprego, até como se comportar em uma reunião de negócios, pedir uma promoção ao chefe, etc.

E, por conta disso, resolveu trazer ao seu blog um conteúdo que atenda não apenas a estas dúvidas, como também mostre um pouco de quem ela é e de como ela vê o mundo e as pessoas e, assim, incentivar os jovens mais carentes a buscarem forças e maneiras de exercerem posições importantes em sua sociedade.

Bem-vindos ao espaço AlexandraLoras.com

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Alexandra Loras

Seminário Afro Alagoano conta com participação de Alexandra Loras

26 de Maio de 2015 – Alexandra Loras foi uma das convidadas do Instituto Raízes de África, para proferir palestra no XIX Seminário Afro Alagoano Ígbà Émí Wà: “O Cotidiano do Racismo Contemporâneo e a Construção das Relações Humanas”, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros conduzirá Alexandra Loras em visita­ conhecimento, na manhã deste domingo,24/05 à Serra da Barriga, em união dos Palmares, onde foi construído o Parque Memorial Zumbi dos Palmares.

A palestra aconteceu na segunda-feira, dia 25 de maio, e teve como tema: “Autoestima, Identidade e Pertencimento: O Desafio do Ser Negro”.

Alexandra falou da importância da autoestima e no resgate à identidade e de como as referências positivas à ancestrais e seus feitos importantes, podem recarregar os jovens para que sigam em busca de futuros melhores.

Para saber mais a respeito, veja matéria em vídeo no G1, sobre a participação da Consulesa da França no evento alagoano:

Ver vídeo no G1