As Meninas Perdidas

Uma das coisas mais bacanas da moda e dos editoriais de moda é o universo que muitas vezes é criado. Acho fantástico o humor desse editorial da revista Grazia Germany com styling de Elizabeth Toll.

Merci Lost Girls - 2

O nome dado é Lost Girls (Meninas Perdidas). O que mais gostei é como, de certa forma, pode refletir a mulher contemporânea em seu dia a dia, quando pensamos na correria, crianças, trabalho etc. Espero que gostem! Merci!

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Muito Café pela artista italiana Giulia Bernardelli

Já é sabido que o café é grande sensação no Brasil e pelo mundo. Muitas culturas valorizam a bebida há muito séculos. Quem ainda não conhece o trabalho da artista Giulia Bernardelli e ama café vai adorar!!!

Merci Coffee Addicts - 8

A italiana posta regularmente em seu instagram várias figuras com bebidas, xícaras e até mesmo comidas. Vale a inspiração para começar um bom dia e uma ótima semana!

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Merci: Amarelo, Yellow e Jaune!

O nome desse post está muito conectado com a cor mais dominante nessa combinação. O amarelo. A saia escolhida para arrematar o look possui uma linda modelagem, com cintura mais alta, amarelo quase mostarda e com tecido mais encorpado para o frio.

Merci Alexandra Yellow Crush! - 7

O amarelo mais forte, ou seja mais pigmentado, é uma cor que pode ser usada por muitas pessoas, uma vez que seu tom mais vivo não deixa a pessoa apagada. Vale lembrar que as cores primárias (azul, vermelho e amarelo) geralmente ficam boas em muitas pessoas de diferentes etnias, peles e estilos. Merci!

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Merci Alexandra Yellow Crush! - 4

Casaco COS | Camisa Calvin Klein | Saia Nk Store | Óculos Prada | Sandália Hermès
Styling: Luiz Mazzilli
Fotos: Fernanda de Moraes Dantas

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alexandra loras

Entrevista: Alexandra Loras fala de sua participação no TEDx

O evento TEDx foi criado em 1984 e já recebeu grandes nomes do cenário mundial, como  Bill Gates, Bill Clinton, premiados do Nobel e que tem 15 minutos para dividir uma ideia que possa mudar o mundo e inspirar pessoas.

E, nesta edição de São Paulo, que acontecerá dia 28 de Maio, o palco terá seus 15 minutos ocupados por Alexandra Loras.

Confira a entrevista onde Alexandra Loras fala do evento de sua participação:

Rei Kamehameha I: um guerreiro que conquistou ilha por ilha

Engraçado que, ao ouvir Kamehameha, muitos de nós (inclusive eu), lembramos de um seriado japonês, o Dragon Ball. Afinal, esse é o grito de guerra do protagonista.

O arquipélago polinésio, que hoje é território anexado aos Estados Unidos, já foi um país soberano.

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Fonte: historiailustrada.com.br

Um fato que pode ter sido deliberadamente ocultado de livros de história, é que o Havaí tinha nativos negros, cujas raízes são ancestrais africanos, à exemplo da dinastia Kamehameha.

O rei Kamehameha I, conhecido como “O Grande”, era um guerreiro e conquistou ilha a ilha, até unificar o arquipélago como um reino, hoje chamado Havaí e, após tomada, a dinastia Kamehameha ficou no poder por cinco gerações.

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Fonte: Wikipedia

Em comitiva real, o rei Kamehameha II visitou o Brasil em 1824, passando pelo Rio de Janeiro e sendo recebido com pompas e festas.

Com a morte de Kamehameha V, o Reino do Havaí (1795-1893) entrou em crise, sendo anexada aos EUA.

Hoje, Kamehameha, o Grande, é inspiração para triatletas, devido ao seu vigor e superação física, associados à inteligência emocional e estratégica, em busca de suas conquistas.

Em sua homenagem, a estátua de Kamehameha, O Grande:

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Fonte: interata.squarespace.com
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Alexandre Keto leva sua arte para as ruas de Baltimore

O artista plástico foi especialmente convidado para colaborar com a revitalização da cidade norte-americana de Baltimore

Após participar da 3ª Bienal Internacional de Graffiti Fine Art e ser indicado ao prêmio internacional BIB – Exposição Internacional de Ilustradores de Livros Infantis pelo trabalho realizado no livro infanto-juvenil Num Tronco de Iroko vi a Iúna cantar (Editora Peirópolis), de Erika Balbino, o artista plástico Alexandre Keto foi convidado pelo Pastor Donte Hickman para ajudar na reconstrução e revitalização d cidade de Baltimore, nos Estados Unidos.

Durante as manifestações contra o assassinato do jovem negro Freddie Gray, motivo pelo qual a polícia tem sido investigada pela justiça federal, o pastor teve o seu asilo incendiado. Em decorrência disso, no mês de maio, Keto irá ajudar a revitalizar a região com a construção de dois painéis: um em um centro comunitário para pessoas portadoras de HIV, fundado pela mãe do Pastor Donte, e outro a céu aberto, ambos com a participação dos jovens da cidade de Baltimore, inclusive alguns brasileiros.

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Veja link: http://www.cnn.com/videos/us/2015/04/28/ctn-sot-pastor-baltimore-senior-center-fire-riot-freddie-gray.cnn

Keto ainda fará visitas a outros centros e líderes comunitários de Baltimore, além do Museu Afro de Washington, ocasião na qual estará ao lado da diretora educacional do museu e estudantes da escola de arte local. O artista depois segue para Nova York, onde realizará outros painéis e workshops para estudantes das escolas de arte Waverly e Artistic Noise (Harlem).

por Patrícia Martins / Pedro Sant’Anna 

 

Rainha Charlotte de Mecklemburgo-Strelitz lutava por melhor educação das mulheres

Rainha Charlotte, uma das mais importantes mulheres de seu tempo, era negra, segundo estudos de sua ascendência.

Rainha Charlotte
Rainha Charlotte

Existem documentos que relatam sua ascendência africana, o que fica ainda mais evidente ao observarmos seus traços. Seu quadro de coroação, inclusive, teria sido usado pelos abolicionistas para reforçar sua causa.

Princesa Charlotte, filha do duque Carlos Luís Frederico de Mecklemburgo, príncipe de Mirow, casou-se com Jorge III quando ainda era príncipe, acompanhou-se em sua elevação à rei de Hanôver, quando tornou-se rainha consorte do Reino da Grã-Bretanha e Irlanda e, posteriormente, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda.

Botânica amadora, empenhou-se em expandir os Reais Jardins Botânicos de Kew. Também era mecenas das artes, conhecida de grandes nomes como Bach e Mozart, conquistou Jorge III por conta de seus atributos intelectuais e do caráter impecável.

O casal real teve quinze filhos, dos quais treze chegaram à idade adulta, no entanto, conta-se que Charlotte era pessoalmente perseguida pela sogra, que a vigiava a fim de limitar suas atividades e interações.

Uma de suas preocupações era com a educação das mulheres que, à época, geralmente era bem pior que a dos homens. Mulheres geralmente eram educadas apenas a se portarem bem diante de convidados e personalidades, serem boas mães e esposas, mas Charlotte, que sempre se interessou por cultura, música, artes e botânica, buscou conhecimentos para si através de estudos e leitura e estendeu este também à suas filhas mulheres.

Além de excelente mãe e companheira, já que veio a cuidar de seu marido após ser considerado louco, até seu leito de morte, também era agradável para conversas, pois era dotada de simpatia e inteligência.

Rainha Charlotte
(c) Oxford College Anon II, University of Oxford; Supplied by The Public Catalogue Foundation

 

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