ALEXANDRA LORAS

Executiva | Comunicadora | Palestrante

Executiva, comunicadora e ex-consulesa da França , Alexandra Loras transformou a narrativa de sua vida em uma missão. Há mais de 20 anos ela atua na área de transformação pessoal e empresarial com o objetivo de reequilibrar a diversidade étnico-racial de diversas organizações. O seu trabalho ao lado de grandes empresas nacionais e internacionais mostra que a conscientização sobre diversidade de gênero e de raça também está diretamente ligado à rentabilidade. Atualmente, Alexandra se destaca como a única mulher negra CEO de uma multinacional no país, ela comanda a operação TRACE TV no Brasil — A TRACE é uma marca global de entretenimento afro, possui e opera 21 canais de TV pagos, 4 estações de rádio FM, alcançando 59 milhões de assinantes e 200 milhões de usuários em 160 países.

Graduada com Mestrado em Gestão de Mídia pela renomada escola de Ciências Políticas da França (IEP Paris), consultora e palestrante, ela já reuniu mais de 20 mil pessoas em todo mundo em suas áreas de atuação. Os temas abordados por Alexandra reverberam na mídia nacional, em todas as plataformas, provocando a reflexão e trazendo a discussão à sociedade.

O impacto causado pelas palavras de Alexandra já foi sentido na revista Veja, revista Vogue, no jornal Valor Econômico, na Folha de São Paulo e em grandes publicações segmentadas. Alexandra participou de eventos de destaque como TEDxSão Paulo e de grandes organizações internacionais de mídia como Google, Facebook, JP Morgan, Bloomberg, ONU Mulher e Woman’s economic global summit em Dubai.

Ela é autora de vários livros, é embaixadora da “AfroeducAção”, do Plano de menina”, do “Meias do Bem” e do programa “Raízes” do Museu Afro Brasil, além de ser fundadora do Fórum Protagonismo Feminino. Também é idealizadora da plataforma Protagonizo — um canal direto entre os departamentos de recursos humanos de grandes empresas e trabalhadores negros bilingues egressos de grandes universidades como USP, PUC e FGV. Suas palestras e workshops abordam, por meio da estética, temas que provocam uma reflexão sobre diversidade, apontando os vieses inconscientes da sociedade.

Workshops e Consultorias

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PALESTRAS

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Utilizando técnicas de desenvolvimento humano, as atividades motivacionais são focadas no protagonismo étnico-racial e empoderamento feminino. O conteúdo é direcionado de acordo com as necessidades da organização impactando a cultura da empresa de maneira positiva. Com atividades de maior duração e dinâmicas mais profundas, os workshps integram os conceitos à cultura da empresa. As consultorias complementam o trabalho, traçando objetivos claros nos temas a serem transformados. Os workshops de Alexandra já revelaram muitos talentos escondidos nas empresas. Os temas abordados em seus workshops e consultorias são:

– Afroconsumismo,
– Publicidade consciente,
– Empoderamento da mulher,
– Diversidade étnico-racial,
– Beleza negra,
– Antropologia e cultura afrodescendente.

Com a proposta de reequilibrar a diversidade étnico-racial dentro das organizações, Alexandra é idealizadora da plataforma Protagonizo, que conta com o apoio e parceria de empresas multinacionais que abraçam a ideia e enxergam oportunidades para se aproximar do público afrodescendente.

Nas palestras ministradas por Alexandra Loras, profissionais de Recursos Humanos expressam suas dificuldades em conseguir contratar negros com excelente formação. Devido a essa demanda a Protagonizo construiu uma base que já ultrapassa 2 mil pessoas negras, formadas nas melhores universidades do país (USP, Mackenzie, PUC, etc.) e que falam mais de um idioma, destacando o inglês.

Em 6 meses, a Protagonizo já beneficiou mais de 450 pessoas com oportunidades em grandes empresas, possui uma rede com mais de 5k usuários e já alcançou 40 milhões de Reais em retorno de mídia espontânea.

Diversidade

Por meio do desenvolvimento de lideranças conscientes é possível catalisar a transformação organizacional. Em suas palestras, Alexandra ressalta o preconceito existente nas diversas camadas da sociedade e aponta caminhos para a reflexão. “Precisamos mudar a narrativa e transformar os vieses inconscientes da sociedade”, afirma.
No Brasil, os negros consomem 1,5 de trilhão de reais por ano, este número poderia ser bem maior, uma pesquisa da Universidade de Stanford estima que ha um potencial 3.160 bilhões de dólares a serem consumidos pela população negra.
Com o objetivo de levar à reflexão e promover a diversidade nas organizações, em suas palestras Alexandra, apresenta dados e expõe a diversidade étnico-racial em um cenário atual e seu contexto histórico. Por meio de exemplos claros e vivências, o publico é convidado a sair de sua zona de conforto e experimentar novos olhares a partir da diversidade. Seja para grandes líderes ou colaboradores da organização, as dinâmicas propostas visam uma mudança de comportamento organizacional que reflete em toda a sociedade. Durante a apresentação, Alexandra destaca os vieses inconscientes e desmistifica como seria um mundo sem diversidade, mostrando indicadores atualizados da participação dos negros nas organizações e pesquisas sobre impacto da diversidade nos resultados. O conteúdo é apresentado de maneira dinâmica e customizado de acordo com o público alvo, por meio do desenvolvimento de lideranças conscientes é possível catalisar a transformação organizacional. Alexandra descreve o racismo pessoal internalizado, interpessoal e institucional em suas nuances na sociedade.
“Precisamos mudar a narrativa e transformar os vieses inconscientes da sociedade”, afirma.
“Pesquisas provam que a diversidade étnico-racial nas empresas aumentam entre 35% e 40% sua rentabilidade. Estas empresas conseguem entender e falar com o verdadeiro publico brasileiro, que é de maioria negra (54% segundo o IBGE).”

Empoderamento Feminino

Empoderar e dar voz às mulheres, para que estas tenham mais representatividade nas organizações. Nesta palestra Alexandra apresenta o contexto histórico do empoderamento feminino, mostrando de maneira prática, ferramentas que podem ser utilizadas pelas mulheres para se destacarem nas organizações, aumentando a sua participação nos cargos de liderança. Apresentando exemplos de mentorias e contextualizando com casos da atualidade, as dinâmicas visam preparar as mulheres para a competitividade do mercado e explicam como igualdade de gênero deve estar presente no dia a dia de todas as mulheres. Dados da representatividade das mulheres ilustram o cenário, que pode ser transformado por meio de reflexões provocadas durante a palestra. Mais empoderadas as mulheres serão capazes de revelar as melhores versões de si mesmas.
“As mulheres são mais diplomadas que os homens e ocupam apenas 6% do board executivo das empresas. São 52% de mulheres no Brasil, o mercado precisa se adaptar, as consultorias ajudam a empresa a inovar e pensar de maneira diferente, agregando muito valor, compreendendo o cliente e seus colaboradores.”

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  • 2017 – Embaixadora do Facebook no projeto #elafazhistoria
  • 2016- Embaixadora do Plano de Meninas e Embaixadora do Afroeducação
  • 2015 – Mulher internacional do ano pela Thinkolga,
  • Mulher internacional do ano pela ABIME,
  • Certificado de reconhecimento da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História &Literatura,
  • Mulher do ano pela Câmara Municipal de São Paulo e convenção internacional de “Mulheres que decidem” 2013 – Mulher do ano pela OBME ( Organização Brasileira das Mulheres Empresárias.

Protagonista de sua história, Alexandra Baldeh Loras nasceu e cresceu na França, em uma família de mulheres fortes e decididas. Depois, morou na Alemanha, Inglaterra, Espanha, México, EUA, Suécia e Brasil. Sua historia de conscientização sobre diversidade étnico-racial se iniciou logo na infância. A primeira experiência internacional dela aconteceu na Alemanha, onde pode fazer parte de uma família aristocrata daquele país. Lá, Alexandra realmente sentiu que poderia mudar sua história. Ela rumou a outros países como Estados Unidos, Inglaterra, Espanha em busca de novos horizontes e de conhecimento, até retornar à França com um desejo de ser uma comunicadora. Desta forma, poderia dar voz às suas crenças. Alexandra ingressou na TV francesa como cantora, passou a apresentadora de um programa equestre em um canal à cabo, até chegar à TV aberta do país apresentando um programa de política e depois entretenimento. Casou-se com o diplomata francês Damien Loras e neste momento sentiu que era preciso dar mais um passo importante em sua trajetória.
Assim, Alexandra foi aceita em uma das escolas mais tradicionais de ciência política da França, a SciencePo (IEP Paris), onde se graduou com Mestrado em Gestão de Mídia. Damien se tornou cônsul da França no Brasil e o casal passou a morar em São Paulo. Como consulesa, Alexandra passou a transitar pela elite paulistana e sentiu na pele o preconceito racial ainda presente na sociedade brasileira. “Não podemos esperar de uma sociedade extremamente racista que ela possa produzir indivíduos que também não tenham preconceito racial”, ela fala. Alexandra segue o raciocínio: “Estamos em uma sociedade que não nos representa, que não coloca 54% de negros na novela, no congresso, no governo e na mídia. Isso já é racismo frontal. As lojas não tem brinquedos representando os negros. As crianças vão absorvendo e reproduzindo ao longo da vida as referências que tem. Elas vêem os negros na TV como criminosos e na novelas, como seguranças e faxineiras. Isto faz com que elas se desenvolvam de uma maneira preconceituosa”, destaca Alexandra.
Alexandra então assume o seu papel e passa a se posicionar em prol da diversidade: “Se hoje eu trabalho tanto este assunto, é porque me assumo como negra empoderada. Mas foi um longo percurso. Vejo que todos os meus talentos e minha intelectualidade tinham um teto de vidro na França. Não adianta eu ter estudado na melhor universidade de Ciências Políticas do mundo, a Science Po Paris, por onde passaram os presidentes da França. Sou uma mulher e sou negra. No momento, me tornarei CEO de uma empresa multinacional, a Trace TV. Vou também levar único canal de televisão Afro para o Brasil, onde há a maior diáspora negra fora da África.”